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Quinta-feira, 3 de Abril de 2008
Segue reportagem em que Senador Álvaro Dias confessa ao repórter Raphael Prado que foi fonte de Veja, reportagem no Terra Magazine na suposta denúncia de um "dossiê" que com essa entrevista fica claro o esquema tucano e mídia conservadora orquestrados de forma intencional.
O senhor admitiu que viu as informações antes de elas serem tornadas públicas. Em que circunstâncias isso aconteceu?
Álvaro Dias - Olha, o jornalismo investigativo tem prestado um grande serviço ao País, seria muito pior a degradação das instituições, não fosse a competência e a ousadia do nosso jornalismo de investigação. E isso se dá em razão de fontes. O jornalista se utiliza de muitas fontes. Uma revista do porte da Veja, que só no escândalo do mensalão divulgou, se não me falha a memória, matérias de capa 17 vezes, não contou com apenas uma fonte. Certamente valeu-se de muitas fontes de informação. Eu tenho sido ouvido por muitos jornalistas, do Terra, de outros sites, de jornais, emissoras de TV e certamente outros parlamentares da mesma forma. Esse é o caminho para se produzir a informação.
O senhor então foi uma das fontes de informação desses jornalistas?
É evidente que é meu dever responder questões formuladas por jornalistas, e eu tenho feito. Obviamente, o que pretende o governo agora é tirar o foco, o governo não quer mostrar as suas contas. Mostra as do governo passado mas esconde as suas. E pretende exatamente desviar o foco do debate.
O senhor então foi fonte de informação do jornalista da Veja? Não a única, mas uma das?
(silêncio) Qual é a importância disso? Eu pergunto. Obviamente a Veja tem fontes no Palácio do Planalto... Qual é o ilícito em conversar com jornalistas, como eu estou conversando com você? Qual é o ilícito? Enfim, é surrealista essa história. Acho que o governo subestima a inteligência das pessoas, preparando uma estratégia como essa, tentando repassar responsabilidades. Se eventualmente contribuí com informações para que a matéria pudesse ser veiculada, altera a responsabilidade do governo na confecção do dossiê? É evidente que não. Isso exime o governo de responsabilidade? É óbvio que não. Então não há porque priorizar essa discussão, que a partir de ontem à tarde, priorizaram.
Certo. E se não há ilícito nenhum, também não há problema nenhum em admitir que o senhor foi uma das fontes, certo?
Uma das fontes é natural que eu tenha sido. Provavelmente alguma opinião minha pode ter tido alguma importância. Acho que estão superdimensionando a minha capacidade de obter informações.
Entendi. Mas o senhor obteve esse dossiê de que maneira? No Palácio do Planalto?
Eu não tenho o dossiê. Eu tenho informações sobre o dossiê. Como muitos possuem. Agora, quem mais tem informações sobre o dossiê é o presidente da República e a ministra Dilma (Rousseff, da Casa Civil). Ela mesma, em São Paulo, no dia 17 de fevereiro, declarou taxativamente: "não vamos apanhar quieto, estamos fazendo levantamento de dados do governo passado". Ela sim tem todas as informações e é a melhor fonte.
Agora a pergunta que não pode calar, qual o tratamento da mídia com relação a esse fato? Como um senador da república recebe dados sigilosos e distribui informações para a mídia sem antes apurar os fatos? Qual sua intenções?
Para mim é muito claro, creio que a foto represente melhor o que precisa ser feito a partir de agora, só cabe a comissão de ética do senado.


criado por fhenrique1988@terra.com.br
22:07:54Saudações meus caros amigos, ontem 28 de março, fez exatamente 40 anos que o estudante Edson Luis de Lima Couto foi brutalmente assassinado por policiais militares no Rio de Janeiro no restaurante calabouço, sua morte representou no período uma força para os estudantes de todo Brasil que lutavam contra o sistema opressor que imperava naquele período sombrio.
Edson morreu em corpo, mas renasceu em espírito nos corações e mentes de jovens que lutaram e ainda lutam por um País mais justo e soberano com os seus, Edson se tornou um mártir para o movimento estudantil, mas nos dias atuais existem muitos Edson Luis espalhados por esse País afora, que são brutalmente torturados e até assassinados, para provar trago estatisticas que representam um pouco do que digo:
Taxa de homicídios para jovens entre 15 e 24 no Brasil:
(FONTE: Mapa da Violência IV)
1980: 30 por 100 mil habitantes
1990: 32,5 por 100 mil habitantes
2000: 52 por 100 mil habitantes
Homicídios entre a população jovem:
1993: 3.484
1999: 6.133
2003: 5.707
(Fonte: Mapa da Violência de São Paulo, Unesco 2005)
Esses são só alguns dos dados assustadores que demonstram claramente o verdadeiro genocídio que nossa juventude enfrenta devido ao descaso dos poderes públicos constituídos que violentam o futuro de nosso País relegando saúde pública, educação, lazer, trabalho e demais serviços básicos que é dever de um Estado que representa a sua população garantir aos seus representados.
Apesar de todos os problemas que nossa juventude enfrenta tenho a certeza que adultos e jovens em memória de Edson não se calam perante as injustiças levadas a cabo por esse sistema que tem seus dias contados para sua eminente ruína e nesse dia canto Chico com sua linda canção:
Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Você vai ter que ver
A manhã renascer
E esbanjar poesia
Como vai se explicar
Vendo o céu clarear
De repente, impunemente
Como vai abafar
Nosso coro a cantar
Na sua frente
VIVVA EDSON ETERNO!!!


criado por fhenrique1988@terra.com.br
20:25:09
Gaza continua sem água
Gaza continua sem energia elétrica
O frio é implacável
Hospitais contam os mortos por falta de medicamentos
Escolas são fechadas
Casas são demolidas
Oliveiras milenares são arrancadas
Os bloqueios continuam
Que terrível é ser palestino
fonte:http://blogdobourdoukan.blogspot.com/
posted by bourdoukan at 06:38:00 1 comments links to this post

criado por fhenrique1988@terra.com.br
21:17:32
Se liga 16! UBES lança campanha incentivando jovens a exercer o direito ao voto
Em ano de eleições para prefeito e vereador, União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) vai passar por escolas de todo o país para debater a importância da participação política da juventude
2008 é ano de eleições municipais. É o momento em que todos os brasileiros terão o direito de escolher seus representantes para os próximos quatro anos e, para a UBES, a juventude não pode ficar fora desse importante exercício de democracia. Pensando nisso, a entidade lança no próximo dia 5 de março, a campanha "Se liga 16", que já é uma tradição no movimento estudantil secundarista e acontece todo ano eleitoral.
De acordo com o diretor da entidade, Thiago Mayworm, o objetivo é incentivar jovens com idade entre 16 e 17 anos a tirarem seu título de eleitor. "Assim poderão influenciar diretamente, através de seu voto, a vida política de seu município e futuramente de seu Estado e do Brasil", reafirma.
A iniciativa será realizada em parceria com a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ), Secretaria Nacional de Juventude e Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro.
Além de mobilizar estudantes em todo o Brasil através de debates nas principais escolas, a campanha também vai levar à algumas instituições o ônibus itinerante do TRE, que possibilita a emissão do documento na hora.
Segundo o presidente da UBES, Ismael Cardoso, a possibilidade de votar a partir dos 16 anos foi uma grande conquista da juventude brasileira que já influenciava nos rumos do Brasil através de mobilizações e agora pode também escolher seus governantes na urna.
Entre em contato com a UBES e leve a "Se liga 16" para a sua escola.
Contatos:
Thiago Mayworm (11) 8179.1953 ou 11 50842127
Arthur Herculano (11) 7694.9760
FONTE : http://www.une.org.br/

criado por fhenrique1988@terra.com.br
20:29:06